As briófitas (do grego “brion”, musgos) são plantas pequenas e delicadas que vivem geralmente em ambientes úmidos e sombreado, como margens de cursos d água, barrancos e troncos de arvores no interior das florestas temperadas e tropicais, no entanto não são restritas a tais habitat, podendo serrem encontradas em todos os tipos de ambientes, exceto no mar. Surgiu a cerca de 375 bilhões de anos, hoje há 14.000 espécies conhecidas. Estão distribuídas em três filos: Bryophyta (briófitas), Hepatophyta (hepáticas) e Anthocerophyta (antóceros). As briófitas diferem umas das outras pela presença ou ausência de estômatos e tecidos condutores e nos tipos de meristema. As hepáticas diferem dos musgos e antóceros pela falta de estômatos. Os antóceros tem uma meristema basal típico e não apresentam tecido de condução especializado. Os musgos, alguns grupos, apresentam tecido de condução especializado e estômatos semelhantes aqueles das plantas vasculares.

Como todas as plantas, as briófitas apresentam alternância de gerações em seu ciclo de vida. Nelas ,o gametófito haplóide ,é geração mais desenvolvida e persistente . O esporófito é diplóide tem tamanho reduzido e sempre se desenvolve sobre, o gametófito, nutrindo-se deste até atingir a maturidade, quando produz esporos e morre.

10 % das espécies conhecidas dessas pequenas e delicadas plantas estão ameaçadas na Europa, pois possui grande potencial econômico como fonte de substancias importante, como: antibióticos, combustível, fertilizantes, fragrâncias, antitumorais, sabores e outros. Também possuem grande importância ecológica, pois são organismos pioneiros, colonizando trocos de arvores, rochas, fixam e estabilizam o solo, são importantes captadores de CO² atmosférico por meio da fotossíntese. Mas o que preocupa é que pouquíssimos estudos estão sendo feitos ,em relação a esse grupo de plantas ,podendo levá-las ao mau e pouco aproveitamento desse enorme potencial.
Muito legal esse blog..
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